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O
clima seco e a baixa umidade do ar, fruto da estiagem de chuvas, têm
transformado a paisagem rural da região. Ao longo das estradas vicinais,
muita poeira; ruim para as pessoas que necessitam utilizar-se das vias
diariamente. Trabalhadores rurais, apanhadores de café, sitiantes,
famílias em trânsito para os centros urbanos enfrentam quilômetros de
‘estradas de chão’. Vias de grande movimento, como é o caso da estrada
que liga Machado ao Distrito Douradinho e, a Cordislândia, Monsenhor
Paulo e à Campanha, primeira Capital do Estado de Minas Gerais, situada
às margens da BR-381, a Fernão Dias, uma das rodovias mais movimentadas
do País. ‘Braço’ não-asfaltado da rodovia BR-267, a via de terra entre
Machado e Campanha representa um trecho perdido no mapa do sul de Minas
Gerais, que, dizem, ser uma das regiões mais desenvolvidas do País.
Será???
Como explicar, em pleno Século 21,
que o trecho da BR-267 que deveria ligar Machado à região do Circuito
das Águas, e, ao Rio de Janeiro, ainda é de piso batido???
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